domingo, 26 de dezembro de 2010


"A vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só, elas não sabem viver sozinhas...
Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com elas vão inúmeros espinhos. Não se preocupe a beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos..."

[Pe.Fábio de Melo]

Avance sempre


Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. Mas é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.

Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.

Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.

Continue andando e fazendo.


O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.


A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.


Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.


Então continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.


Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.


Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.

Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

Autor desconhecido
eca 
"Você pode fazer tudo que outras pessoas fazem, e melhor, basta você querer!" (Ben Carson)


  Dr. Benjamin S. Carson, Sr., M.D. (18 de setembro de 1951, Detroit, Michigan, Estados Unidos) é um médico neurocirurgião, psicólogo, escritor e filantropo estadounidense, atual diretor do Departamento de Neurocirugia Pediátrica do Hospital Johns Hopkins. Ele foi premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade em 2008 pelo presidente George W.Bush.


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Como surgiu a continência militar?


O militarismo tem algumas peculiaridades e sem dúvidas, além do fascínio pelas armas e fardas, uma das coisas que mais chama a atenção é a maneira que os militares se cumprimentam. A famosa continência militar. Mas afinal, qual é a origem da continência militar?
Tudo começou na Idade Média quando os cavaleiros, antes de participarem de duelos ou irem para os confrontos trajando suas robustas armaduras, cumprimentavam o rei. Como eles utilizavam o Elmo, uma espécie de capacete medieval, precisavam levantar a viseira para que a majestade olhasse seus rostos. Um sinal de respeito ao soberano. Além disso, esse movimento deveria ser feito com a mão direita, já que era a mão que empunhava a espada. De certa maneira, um gesto simbólico de paz, uma vez que a mão desarmada dificilmente seria utilizada para uma ação hostil. Com o tempo esse ato foi se tornando cada vez mais comum e não apenas praticado diante dos reis mas também entre os demais integrantes do exército.
Apesar dessa reverência ser comum entre as organizações militares de todo o mundo, algumas forças tem ou tiveram maneiras particulares de realizar a continência. A Alemanha nazista, por exemplo, era famosa pelo vibrante “Heil, Hitler”, proferido enquanto o braço direito era estendido para o alto. Na Polícia Militar – ao contrário do que muita gente imagina – prestamos (nunca “batemos”) continência erguendo a mão direita até a altura da têmpora e não à frente da testa.
A iniciativa de prestar continência deve vir sempre da patente inferior e obrigatoriamente respondida pelo superior hierárquico. Talvez por isso – como em tudo na humanidade – algumas pessoas confundam esse nobre gesto com afirmação de superioridade ou mesmo para ratificar a condução “inferior” de seus comandados, originando inclusive um causo que compartilho com vocês agora.
O soldado desatento passou pelo capitão e não o cumprimentou da maneira correta. Imediatamente o oficial chamou a atenção aos berros do soldado e exigiu que ele lhe prestasse continência 50 vezes seguidas. Dessa maneira – acreditava o capitão – ele aprenderia a lição e não cometeria novamente esse ato de insubordinação.
E assim fez o soldado, seguidamente movimentado seu braço direito enquanto o capitão realizava a contagem.
Um pouco mais afastado, um coronel observava tranquilamente o desfecho daquela cena. Ao final das 50 continências, é o coronel quem intervém:
- Capitão, vi que o soldado prestou 50 continências para o senhor. Pois bem, é seu dever retribuí-las.



postado em: http:  //www.diariodeumpm.net/2010/12/21/como-surgiu-a-continencia-militar/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+diariodeumpm+%28Di%C3%A1rio+de+um+Policial+Militar%29
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domingo, 12 de dezembro de 2010

Desmilitarização das Polícias Militares


Um anônimo postou um comentário muito interessante na postagem do blog sobre "Desmilitarização das Polícias Militares", de forma que resolvi publicá-lo aqui na página principal. Veja:
Mais uma fez vou manifestar-me sobre este assunto. Acabei de ler alguns dos comentários e vejo que a desmilitarização se torna cada vez mais forte, pois não há argumento válido para se manter o modelo atual.

Quero contar uma estória da carochinha. Era uma vez um senhor chamado "estado", que necessitava vigiar toda sua terra, pois era um grande feudo. Incumbiu ao seu chefe de caça que desenvolvesse uma arma capaz de vigiar toda sua propriedade, prometendo-lhe muitas recompensas, principalmente títulos de nobreza.

Então o chefe de caça procurou entre os súditos do reino uma classe de pessoas que se interessase em defender o reino, mas sua procura foi em vão. Quem em sã consciência defenderia aquele vasto reino em troca de tão pouco,um prato de ração e local para dormir?

Já decepcionado, viu em um certo animal, o cão, a capacidade de cumprir esta ardua missão e começou então a adestrá-los, constatando que o animal era muito eficiente, uma vez que trabalhava o dia todo sem reclamar.

O tempo foi passando e os cães foram se afeiçoando ao senhor feudal. O chefe de caça, não gostando da atitude dos animais, resolveu infligir-lhes tratamento agresivo. Todo dia, quando passava perto deles, chutava-lhes a cara, dava-lhes choque, retirava o prato de comida no meio de sua refeição, fazia com que corressem o dia inteiro, preparando-os fisicamente, mas enfraquecendo sua capacidade de reação.

Os animais chegaram a uma fadiga mental tão grande que não mais reconheciam a quem deveriam proteger, pois estavam mecanizados a atacar a todos que chegavam perto do feudo, inclusive aos súditos. Alguns cães foram sacrificados, outros presos em canis, e os que ainda restaram estavam mentalmente doentes, muitos dos quais queriam fugir, mas já estavam velhos e não sobreviveriam fora do feudo. Mas também haviam os que gostavam do chefe de caça, uma vez que sempre cumpriam sua missão e recebiam mordomias e, dessa forma, permaneceram fortes, bem visíveis, prontos a agir, pois ladravam toda vez que um cão tentava escapar do feudo; abanavam sempre o rabo quando o chefe de caça pasava perto dele, como que dizendo, estou aqui, senhor.

fonte: www.universopolicial.com
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