quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Semente ao semeador

Semente ao semeador
 
 Incentivo ao trabalho persistente
 
 
        Mesmo em tempo de ciscunstâncias desencorajadoras, nossa missão vocacional deve prosseguir. O rei Salomão percebeu o seguinte: Quem fica esperando que o vento mude e que o tempo fique bom nunca plantará nem colherá nada. E aconselhou: Semeie de manhã e também de tarde, porque você não sabe  se todas as sementes crescerão bem nem se uma crescerá melhor do que a outra. (Ec 11, 4 e 6). O incentivo ao trabalho tem uma promessa: Deus manda a chuva, rega a terra e a faz produzir e brotar, para dar semente ao semeador. (Is 55,10). Há sementes no celeiro divino a serem semeadas por Seus lavradores. Em nosso poder está apenas o semear; as condições próprias para garantir a colheita são as da Providência Divina. Ele requer de nós a semeadura. A saberdoria ensina-nos que devemos semear com abundância, se queremos safra abarrotada. Embora haja solos que não correspondem á semente, existe a promessa de colheita, encorajando nossa persistência. Quando estivermos desanimados com os resultados , devemos pedir a Deus que aumente a frutificação.
Não nos cansemos de fazer o bem!
        Cada época de nossa vida traz oportunidades e deveres. As missões brasileiras e ibero-americanas, as autoridades e os líderes, os profissionais e os técnicos, os pais e os educadores, as crianças e os jovens, todos tem sementes para semear. Todos! Mesmo os que se consideram fracos e desprezíveis podem plantar o bem. E nunca se semeia em vão. O profeta Oséias menciona aqueles que semearam ventos e colheram tempestade (Os 8,7). Se a fonte de  nossas sementes é Deus, estas se traduzem em bons frutos: justiça, conhecimento, transformação pessoal, amor, discernimento,esperança, qualidade de vida, contentamento etc. Para o homem que semeia justiça haverá galardão certo (Pv 11,18). Espontânea e liberalmente, cada um deve lançar fundo a mão nos celeiros do bem, certos de que cada partícula a mais de grão semeado será multiplicado. Desta forma, haverá uma safra de ação de graças a Deus. Ademais, (....) o ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura a seu fruto para a vida eterna (Jo 4.36). Nenhuma motivação é mais forte do que a consciênca de que  alguém a que amamos e respeitamos espera de nós  uma resposta digna. Lançar a boa semente é uma ordem e um teste de nossa obediência para averiguar até que ponto o Evangelho tem conquistado nossos corações, transformando -nos e impelindo -nos á participação eficaz no Reino de Deus.
 
enviado pela amiga Marcelina
eca

sábado, 23 de janeiro de 2010

Como Melhorar a Auto Estima

Como Melhorar a Auto Estima

   
1-     Transforme os lamentos em decisões. Deixe a atitude passiva de lado e assuma para si a responsabilidade de promover mudanças.  

2-     Escolha objetivos possíveis, mesmo que você tenha que conquista-los pouco a pouco. Metas inatingíveis são o caminho mais fácil para a frustração e uma nova recaída na auto estima. 

3-     Trabalhe seu auto conhecimento questionando sobre seus valores e analisando o que é realmente importante para você. Isto vai ajudá-lo a tomar decisões e mudar atitudes.
   
4-     Assuma seus defeitos e se aceite do jeito que você é. Não se trata de ser acomodado, pelo contrario. Tente melhorar o que for possível, mas não exagere buscando perfeição em tudo. Essa busca é infinita, e você pode estar desperdiçando tempo e esforços que poderiam ser dedicados a outras atividades mais produtivas e prazerosas.
   
5-     Encare o fracasso como algo normal. Aproveite-o como uma lição valiosa para encarar os novos desafios, e não como prova de incapacidade.
 

6-     Expresse suas opiniões, desejos. Por outro lado, respeite as opiniões de outras pessoas. Respeitar não significa que você deva concordar necessariamente com elas.
 

7-      Diversifique e amplie suas relações.
  
8-     Pequenas atitudes podem significar muito: um telefonema, uma festa com amigos, arrumação do quarto, etc.

Atenção:

1-     Dê um passo de cada vez. Querer resolver tudo de uma vez na maioria das vezes não é uma atitude realista.

2-      Não caia na tentação do álcool para esquecer os problemas e obstáculos. O melhor é enfrentá-los de forma otimista, sem subestimá-los, ao contrario, achar que são intransponíveis.
          
Bibliografia Consultada
Branden, Natanaeiel. (2002) Auto Estima e os seus seis pilares, 7. ed. – São Paulo – Saraiva.

Enviado pela amiga  Anésia Gusmão Costa / Terapeuta Comportamental
eca

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Exigências da Vida Moderna...

Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro.
E uma banana pelo potássio.
E também uma laranja pela vitamina C.
Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes
Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água.
E uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão).
Cada dia uma Aspirina, previne infarto.
Uma taça de vinho tinto também.
Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso.
 
Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem.
O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber.

Todos os dias deve-se comer fibra.
Muita, muitíssima fibra.
Fibra suficiente para fazer um pulôver.
Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.
E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada.
Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia.

E não esqueça de escovar os dentes depois de comer.
Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.
Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia.
Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma.
Sobram três, desde que você não pegue trânsito.

As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia.
Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).

E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando.
Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.
Ah! E o sexo.
Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina.
Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução.
Isso leva tempo e nem estou falando de sexo tântrico.
Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação.
Na minha conta são 29 horas por dia.
A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!!
Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes. Chame os amigos e seus pais.
Beba o vinho, coma a maçã e dê a banana na boca da sua mulher.
Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio.
Agora tenho que ir.
É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro.
E já que vou, levo um jornal...
Tchau....

Se sobrar um tempinho, me manda um e-mail.
Luís Fernando Veríssimo




 enviado pelo amigo CB Martins

eca






quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Droga ilícita ou lícita?



Estes textos, de extrema importância, foram gentilmente cedidos pela Psicóloga Drª Anésia Gusmão, foram publicados no Jornal Diário do Rio Doce e visam alertar  e orientar os familiares e  amigos que conhecem alguém que é dependente de drogas (lícitas e ilícitas).


É Comum o uso de drogas tidas como lícitas, e, portanto socialmente aceitas na rotina de nossas famílias (álcool e tabaco). O medo de nossas famílias centra-se nas drogas ilícitas.
Durante algum tempo, a família poderá conviver com o indivíduo e seu consumo dito social, mas de um momento para outro esse consumo evolui e passa a ser abusivo, e é descoberto pela família que, entra em crise, pois até então considerava que tudo estava bem, só que há muito tempo o indivíduo poderia estar dizendo, através de mudanças sutis de comportamento que as coisas não estão bem com ele.
A família sofre frente à revelação da toxicomania e na maioria das vezes sente-se culpada, impotente e frustrada. Não sabem como e onde procurar ajuda para eles próprios e para o filho; por ignorar os recursos terapêuticos, desejam encontrar uma cura mágica que tire o indivíduo das drogas e elimine a tensão familiar. Todos querem uma reposta rápida para o desafio das drogas.
O ideal é internar o usuário numa comunidade terapêutica por algum tempo, onde o mesmo será submetido a um tratamento que foca as características da relação familiar, a relação individuo/família, enfocando sempre a necessidade da abstinência total, das mudanças no estilo de vida, assim como hábitos de ambos,e assim prevenir o fenômeno da recaída.




Anésia Gusmão Costa/ Psicóloga Coordenadora do DEJORD




Dependência química e a família
Anésia Gusmão Costa /Psicóloga do Desafio Jovem Rio Doce.
A dependência Química tem sido entendida como uma doença crônica, progressiva, de alta prevalência, que está constantemente relacionada a outras enfermidades clínicas e a comportamentos violentos. Trata-se de um transtorno de grande poder destrutivo. Um dos caminhos para a autodestruição humana jamais prevista. Os danos causados não estão restritos aos dependentes; atingem também seus familiares e amigos. Estudos mostram que a aprendizagem social e o histórico da Dependência Química na família são importantes preditores do alto consumo de drogas na adolescência.
A drogadição tornou nossas sociedades tão sofridas e tumultuadas com o problema das drogas, que estão presas nas armadilhas do seu próprio espanto, perguntando-se perplexo o que pode ser feito.
Sabe-se que a droga faz parte de nossa realidade social, sendo assim é necessário estar bem informados. Uma das alternativas seria a prevenção. Ou seja, um preparo antecipado, trabalhando com valores, sentido da vida e com projeto existencial de cada ser humano. A atenção deve ser voltada aos aspectos biopsicossociais do jovem, seus sentimentos, suas aspirações e expectativas, as alternativas de prazer, tendo em vista as suas necessidades de busca de identidade, auto-afirmação e auto-estima.
Os níveis de prevenção são:
1. Prevenção primaria: O objetivo é evitar o primeiro contato com a droga. Isso se faz, oferecendo modelos sadios, que incentive as boas relações entre as pessoas que valoriza a vida.
2. Prevenção secundária: Ocorre quando começa o consumo de drogas. Nesse estágio se fará necessário o encaminhamento para um tratamento que venha a conscientizá-los a parar o uso, impedido assim, a evolução para estágios mais comprometidos.
3. Prevenção Terciária: A dependência já está instalada, nesse estágio o usuário precisará ser atendido por um programa de recuperação que o sensibilize a parar, que melhor atenda suas necessidades e as de sua família, que os prepare para a Reinserção Social e Prevenção de Recaída.
Concluímos, lembrando que o problema da Dependência Química é grave e exige programas de tratamentos realizados com lucidez, coragem e determinação. Quanto aos dependentes e familiares todo esforço deve ser desenvolvido para sua recuperação e reintegração à sua família e à sociedade


Anésia Gusmão Costa/ Psicóloga Coordenadora do DEJORD


eca

Vida Policial Militar


Vida Policial Militar

Em um momento inspirado, o autor do texto desabafou em uma comunidade de Direitos Humanos no Orkut sobre o que é ser policial militar (pois criticavam os policiais, só para variar). O texto é de uma pessoalidade ímpar e paradoxalmente gera uma identificação imediata por qualquer PM. Soôu (soou) quase como uma oração, por isso se você é policial militar leia até o fim e diga se já não se encontrou em alguma situação citada nestas linhas. Caso não seja PM, aconselho do mesmo modo a leitura. Talvez assim entenda o quanto esta profissão é árdua.




ANTES DE SER POLICIAL CIVIL, EU FUI POLICIAL MILITAR;
ANTES DE SER POLICIAL MILITAR, EU FUI CARTEIRO;
ANTES DE SER CARTEIRO, FUI BOMBEIRO;
ANTES DE SER BOMBEIRO, FUI COBRADOR DE ÔNIBUS;
ANTES DE SER COBRADOR DE ÔNIBUS, FUI FUZILEIRO NAVAL;
E ANTES DE SER FUZILEIRO, FUI PALHAÇO DE CIRCO.
PARALELAMENTE A ESTAS PROFISSÕES, SOU DESENHISTA DE QUADRINHOS E
PROGRAMADOR DE JOGOS PARA WEB, ALÉM DE LECIONAR HISTÓRIA QUANDO ESTAVA
NA UFRN.

Como desenhista de quadrinhos, ouço de alguns, SEMPRE, que sou um desocupado.

Como programador de jogos, ouço de alguns, SEMPRE, que sou um nerd idiota.

Como palhaço de circo, ouço de alguns, ATÉ HOJE, que aquilo é vida de vagabundo.

Como fuzileiro naval, ouvi de muitos, que fui um BONECO DO ESTADO.

Como cobrador de ônibus, ouvi de muitos, que eu era um ladrão, por não ter, às vezes, moedas de R$ 0,01 e R$ 0,05, para dar de troco.

Como carteiro, guardo cicatrizes, para o resto de meus dias, de mordidas de cães e de acidentes de trabalho, como atropelamentos, causados pelos “ZECAS” da vida, além de ouvir DE TODAS AS MÃES COM AS QUAIS ME DEPARAVA, que eu era “O HOMEM DO SACO” que iria raptar as criancinhas.

Como bombeiro, NUNCA recebi um “obrigado”, ao retirar um gatinho de uma árvore, nem por mergulhar num esgoto, para salvar uma pessoa que foi levada por uma enxurrada. Tive que aprender a me ACOSTUMAR com
isso, além de começar a compreender como a linha da vida é tênue e a matéria se desfaz por besteira.

Como POLICIAL MILITAR, enfrentei O MAIOR CHOQUE CULTURAL DE MINHA VIDA, ao ter de argumentar com todo tipo de pessoas, do mendigo ao magistrado, entrar em todo tipo de ambiente, do meretrício ao monastério.

Como POLICIAL MILITAR, fui PARTEIRO, quando não dava tempo de levar as grávidas ao hospital, na madrugada;

Como POLICIAL MILITAR, fui psicólogo, quando um colega discutia com a esposa, diante da incompreensão dela, às vezes, com a profissão do marido;

Como POLICIAL MILITAR, fui assistente social, quando tinha de confortar A MÃE DE ALGUMA VÍTIMA assassinada por não possuir algo de valor que o assaltante pudesse levar;

Como POLICIAL MILITAR, fui borracheiro e mecânico, ao socorrer idosos e deficientes com pneus furados;

Como POLICIAL MILITAR, fui pedreiro, ao participar de mutirões para reconstruir casas destruídas por enchentes;

Como POLICIAL MILITAR, fui paramédico fracassado, AO VER UM COLEGA IR A ÓBITO A BORDO DA VIATURA;

Como POLICIAL MILITAR, fui paramédico realizado, ao retirar uma espinha de peixe da garganta de uma criança;

Como POLICIAL MILITAR, fui apedrejado por estudantes da mesma escola na qual estudei E FUI PROFESSOR, por pessoas do mesmo grêmio do qual participei;

Como POLICIAL MILITAR, fui obrigado a me tornar gladiador em arenas repletas de terroristas, que são os membros de torcidas organizadas, em jogos de times pelos quais nem torço;

Como POLICIAL MILITAR, sobrevivi a cinco graves acidentes com viaturas, nunca a menos de 120km/h, na ânsia de chegar rápido àquela residência onde a moça estava sendo estuprada ou na qual um idoso estava sendo espancado;

Como POLICIAL MILITAR, fui juiz da vara cível, apaziguando ânimos de maridos e mulheres exaltados, que após a raiva uniam-se novamente e voltavam-se contra a POLÍCIA;

Como POLICIAL MILITAR, fui atropelado numa BLITZ, por um desses cidadãos QUE POR MEDO DA POLÍCIA, AFUNDOU O PÉ NO ACELERADOR E PASSOU POR CIMA DE VÁRIOS COLEGAS;

Como POLICIAL MILITAR, arrisquei-me a contrair vários tipos de doenças, ao banhar-me com o sangue de vítimas às quais não conhecia, mas que tinha OBRIGAÇÃO de TENTAR salvar;

Como POLICIAL MILITAR, arrisquei contaminar toda a minha família com os mesmos tipos de doenças, pois ao chegar em casa, minha esposa era a primeira a me abraçar, nunca se importando com o cheiro acre de sangue alheio, nem com as manchas que tinha de lavar do uniforme;

Como POLICIAL MILITAR, fui juiz de pequenas causas, quando EM MINHA FOLGA, alguns vizinhos me procuravam para resolver SEUS problemas;

Como POLICIAL MILITAR, fui advogado, separando, na hora da prisão, os verdadeiros delinqüentes dos “LARANJAS”, quando poderia tê-los posto no mesmo barco;

Como POLICIAL MILITAR, fui o homem que quase perdeu a razão, ao flagrar um pai estuprando uma filha, ENQUANTO A MÃE O DEFENDIA;

Como POLICIAL MILITAR, fui guardião de mortos por horas a fio, sob o sol, a chuva e a neblina, à espera do RABECÃO, que, já lotado, encontrava dificuldade para galgar uma duna mais alta, ou para penetrar numa mata mais densa;

Como POLICIAL MILITAR, fiquei revoltado, ao necessitar de um leito para minha esposa PARIR, e ao chegar NO HOSPITAL DA POLÍCIA, deparar-me com um traficante sendo operado por um médico particular;

Como POLICIAL MILITAR, fui o cara que mudou TODOS os hábitos para sempre, andando em estado de alerta 25 horas/dia, sempre com um olho no peixe e outro no gato, confiando desconfiado.

Como POLICIAL MILITAR, fui xingado, agredido, discriminado, vaiado, humilhado, espancado, rejeitado, incompreendido.

Na hora do bônus, ESQUECIDO;
Na hora do ônus, CONVOCADO.

Tive de tomar, em frações de segundo, decisões que os julgadores, no conforto de seus gabinetes, tiveram meses para analisar e julgar.

E mesmo hoje, calejado, ainda me deparo com coisas que me surpreendem, pois afinal AINDA sou humano.

Não queria passar pelo que passei, mas fui VOLUNTÁRIO, ninguém me laçou e me enfiou dentro de uma farda, né? Observando-se por essa ótica, é fácil ser dito por quem está “DE FORA”, que minha opinião NÃO IMPORTA, ou que simplesmente, não existe.

AMO O QUE FAÇO E O FAÇO PORQUE AMO. Tanto que insisto em levar essa vida, e mesmo estando atualmente em outra esfera do serviço policial, sei que terei de passar por tudo de novo, a qualquer hora, em qualquer dia e em qualquer lugar.

E O FAREI, SEM RECLAMAR, NEM RECUAR.

Porque se o Senhor não guarda a cidade, em vão vigia a sentinela.

Por isso é que fazemos nossa parte:

 
POLICIAL  SEMPRE!


Mensagem enviada pelo amigo Valter


eca